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12 Elementos Essenciais do Evangelho - Por que Deus Está Restaurando os Elementos da Igreja

 

12 Elementos Essenciais do Evangelho - Por que Deus Está Restaurando os Elementos da Igreja


Os Elementos essenciais do Evangelho são o caminho de volta ao seio do Pai e Jesus é a porta para que este conhecimento exprima a Sua semelhança. Quando Deus diz a você: "Viva!" Ele está dizendo: "Aceite o jugo do Meu conhecimento e aprenda como sua fé deve ser expressa."


É a mente e a vontade de Deus restaurar a igreja ao entendimento do conhecimento exato de cada um dos 12 Elementos essenciais do Evangelho. Lembro-me de ter escrito esses elementos em um quadro-negro em uma escola onde trabalhei como zelador em meados dos anos 1970. Eu estava em uma sala de aula de Literatura Americana quando comecei a usar o quadro-negro para trabalhar os Elementos. Fiquei intrigado em como Deus os projetou e sabia que deveria haver um Elemento central que os unia. Esse é o Elemento Grace.

Senti uma forte presença de Deus quando Ele começou a desenvolver a compreensão dos Elementos em minha mente. Ele me fez conhecer a relação binária e proclítica dos Elementos e me fez entender por que eles são definidos como um trabalho sinérgico que só pode ser observado no ecossistema de Sua verdade. Deus também me fez entender que cada Elemento é uma Unidade de Medida Espiritual (SOMA) que nos permite medir com precisão nossa fé em Jesus Cristo.

Pela mão de Deus sobre mim, entendi que esses 12 elementos são o fundamento espiritual de nossa fé em Jesus Cristo e também as 12 pedras do altar de Cristo, necessárias para que cada crente funcione em seu sacerdócio espiritual.

É vital que a igreja volte ao básico - de volta aos 12 elementos essenciais do Evangelho. Ao fazer isso, restauraremos o testemunho de Jesus Cristo à nossa fé.

O testemunho de Deus está em toda a Criação

Toda a criação testifica de Deus, que Ele é o doador da vida. "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O mesmo era no princípio com Deus. Todas as coisas foram criadas por ELE- - pela Palavra de Deus, e sem Ele nada do que foi criado foi criado. Nele estava a VIDA. " (João 1: 1-3)

Toda a criação carrega uma tradição de semelhança de acordo com o padrão de sua criação. Em outras palavras, tudo o que Deus criou carrega a semelhança dos padrões fisiológicos e químicos que Ele estabeleceu para isso. Os peixes nadam, os pássaros voam e as árvores produzem folhas e frutos. Vemos na semelhança do pássaro o padrão que Deus estabeleceu para ele. E por esse padrão os pássaros carregam o testemunho de Deus como Sua criação e glorificam a Deus cumprindo Seu desígnio para eles.

O Coração do Homem Deve Levar o Testemunho de Deus

O homem também deve testificar de Deus carregando Sua semelhança. O problema é que Adão e Eva, nossos primeiros pais, decidiram rejeitar o conhecimento que Deus lhes deu e aceitar o conhecimento que Satanás lhes deu. Essa decisão resultou na perda de Adão à semelhança de Deus e, em vez disso, herdando as trevas de Satanás.

A raça humana herdou essa história e cada pessoa carrega esse testemunho de Satanás e carrega essa imagem das trevas na mente e na alma. O engano começou com o conhecimento e é por isso que as pessoas hoje ainda seguem o padrão das mentiras de Satanás e ainda carregam sua semelhança. Adão adquiriu o conhecimento das trevas e sua alma refletiu o padrão desse conhecimento.

Você vê ... O conhecimento deste mundo mantém o padrão das trevas.

Uma tradição de semelhança por meio do conhecimento

O plano de Deus é retornar a alma à semelhança de Deus. Ele enviou Jesus Cristo para expiar o pecado do homem morrendo na cruz para derramar Seu sangue por uma nova aliança e por isso Ele estabeleceu uma nova tradição de conhecimento para que experimentássemos Sua semelhança.

A semelhança de Jesus Cristo é expressa por meio de cada um dos 12 elementos essenciais do Evangelho. O sinal e selo de propriedade está neste padrão de conhecimento porque Deus o usa para restaurar o homem à Sua imagem e semelhança.

É por meio do padrão desse conhecimento que Deus restaura Seu testemunho à sua alma e que você é restaurado à sua verdadeira história.

É através do padrão desse conhecimento que Deus expressa a vida de Cristo em você. A semelhança de Cristo sendo expressa está curando sua alma.

Os 12 elementos essenciais do Evangelho

(1) Graça (2) Fé (3) Justiça (4) Justificação (5) Santificação (6) Santidade (7) Paz (8) Descanso (9) Caridade (10) Verdade (11) Regeneração (12) Renovação do Mente

A semelhança de Jesus Cristo está no padrão deste conhecimento. Se você deseja viver de acordo com o poder de Deus, deve viver de acordo com o padrão desses Elementos.

Carregamos a semelhança de Deus agora em conhecimento. Fomos criados por Deus, para Deus, e é por isso que a fé agrada a Deus. A fé restaura a semelhança de Deus com a alma.

Assim como Deus providenciou um padrão a ser seguido por toda a vida, Ele também providenciou um padrão a ser seguido pela fé. Assim como o Espírito de Deus age de acordo com o padrão da natureza para dar vida, o Espírito de Deus age de acordo com o padrão de Seu conhecimento para dar vida à sua alma.

Os 12 elementos essenciais definidos

Graça - Graça é o primeiro elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a fé. Graça é a voz do Senhor dando expressão a Cristo. Existem 5 definições distintas de graça e 9 operações distintas de Deus na graça, resultando em 9 frutos distintos do Espírito que expressam a virtude de Cristo. Esses frutos são: amor, alegria, paz, longanimidade, gentileza, bondade, fé, mansidão e temperança.

Este é o testemunho que Deus está devolvendo ao coração. Este testemunho é Cristo e você carrega esse testemunho como carrega o Elemento da Graça. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

 - A fé é o segundo elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a graça. A fé é nossa obediência à voz do Senhor. Deus inicia a graça e o homem responde com fé. Se nossa obediência a Deus não deriva da graça, Deus não a reconhece. Por esse desígnio de fé ser uma resposta à graça, aprendemos que Deus deseja que correspondamos à Sua semelhança.

A fé é a substância das coisas que se esperam (Hebreus 11: 1). Jesus, nosso Messias, está agora dando substância à alma à medida que o Espírito Santo move Seu conhecimento. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Conhecimento Santo - É porque a fé retribui a semelhança de Cristo que entendemos que o conhecimento de Cristo é um conhecimento "santo".

Elementos Binários - É porque a graça e a fé compartilham esta relação binária que entendemos o padrão, Deus inicia em relação ao homem para extrair do homem uma resposta que Deus chama de reciprocidade em espécie.

Retidão - Retidão é o terceiro elemento essencial do evangelho e compartilha uma relação binária com a justificação. A fé deve ser medida somente para Jesus Cristo. Ele é a medida espiritual de nossa fé. Jesus Cristo é o único padrão que Deus usa para medir sua fé. Olhando para o que sua fé precisa e como Deus providenciou Jesus Cristo para preencher essa necessidade, entendemos o que é uma medida espiritual. Sua fé precisa destas coisas:

  1. Sua fé precisa de graça para expressar a semelhança de Cristo.
  2. Sua fé precisa ser sustentada pelo poder de Deus.
  3. Sua fé precisa trabalhar com o conhecimento de Cristo.
  4. Sua fé precisa construir seu entendimento pelo Espírito.
  5. Sua fé precisa permanecer livre do conhecimento de Satanás.
  6. Sua fé precisa permanecer separada do mundo.
  7. Sua fé precisa ser testada para recompensa.
  8. Sua fé precisa superar a contradição deste mundo.
  9. Sua fé precisa produzir o fruto do Espírito.
  10. Sua fé precisa do sacerdócio de Jesus Cristo.

Quando os cristãos dizem: "Não sei andar em retidão. Vivo na derrota!"; O que eles estão realmente dizendo é: "Não sei como medir minha fé em Cristo. Não possuo a semelhança de Cristo."

Justificação - A justificação é o quarto elemento essencial do evangelho e compartilha uma relação binária com a Retidão. Sua fé deve estar livre de condenação, livre para agir no interesse de Deus. Deus qualificou você para ser digno Dele colocando Cristo em todas as ferramentas espirituais de Sua aliança para que você O veja. Jesus Cristo é a medida perfeita de sua fé. Quando você usa as ferramentas da aliança, você vê Cristo, e quando mede sua fé em Jesus Cristo, Deus olha para sua fé e vê uma imagem de Seu Filho. Ele diz: "Você cumpriu Meu padrão e eu o declaro justo". Essa é a promessa de Deus para você: "Aceitarei você com base em Meu Filho".

Justificação é como você luta com a graça pela razão da fé para permanecer nesse valor. Sua fé tem que ser competente, e Jesus a torna competente. Portanto, você precisa estar no testemunho de Seu Filho e aceitar que sua eqüidade está Nele, sua paz está Nele, sua alegria está Nele, sua vitória está Nele. Este é o propósito das ferramentas da nova aliança, proporcionar essa experiência para você. Você raciocina com graça para permanecer na sua fé. Sua alma carrega este testemunho de Jesus Cristo. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Santificação - A santificação é o 5º elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a Santidade. Santificação é definida como Deus separando você do mundo para Si mesmo com o propósito de fortalecer a fé e formar Cristo em seu homem interior. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Santidade - a santidade é o 6º elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a santificação. Um corte deve ocorrer. Nós, que cremos em Jesus, devemos assumir a perspectiva de Deus e nos identificar com Cristo. Quando éramos pecadores, assumimos a perspectiva do mundo, e agora que nascemos de novo na casa da aliança de Deus, assumimos a perspectiva de Deus. Santidade significa que retribuímos com Deus. Ele nos separou do mundo para Si mesmo e nós retribuímos na mesma moeda. Nós nos separamos do mundo para Deus. Sua alma carrega este testemunho de Jesus Cristo. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Paz - a paz é o 7º elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com o descanso. Paz é o poder de Deus que atua como um amortecedor para estabilizar nossas emoções durante o teste de nossa fé. A paz de Deus nos ajuda durante a transição. Desta forma, o elemento paz expressa a semelhança de Cristo. Quando falamos sobre paz, estamos falando sobre esse padrão e esse registro, essa impressão digital de Deus em nossa fé. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Rest - Rest é o 8º elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a paz. O descanso reflete a imagem de Cristo, pois deixamos de trabalhar com o conhecimento e as ferramentas da iniqüidade quando, em vez disso, optamos por trabalhar com o conhecimento e as ferramentas de Jesus Cristo.

Isso fala de uma separação, não é? Você pode ver o elemento santificação também em ação. Isso também fala da voz de Cristo à qual estamos nos rendendo. Você pode ver os elementos da graça e da fé também em ação? Agora você pode entender por que uso a palavra "sinergia" quando ensino sobre os Elementos. Os Elementos do Evangelho atuam uns sobre os outros. Eles só podem ser entendidos à medida que são observados dentro do ambiente onde todos os Elementos estão trabalhando juntos para expressar Cristo. Sua alma carrega este testemunho de Jesus Cristo. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Caridade - a caridade é o nono elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a verdade. Caridade é o tipo de amor de Deus. Deus define Seu amor em João 3:16 identificando Jesus Cristo. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito." Deus estabeleceu o padrão de Seu amor em Jesus Cristo.

Podemos entender por que a caridade é uma das pedras em nosso alicerce espiritual, pois devemos receber o amor de Cristo no padrão da aliança, conhecimento, ferramentas e sacerdócio antes de podermos retribuir esse amor ao Pai da mesma forma em que Ele nos deu.

Verdade - a verdade é o décimo elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a caridade. A verdade é nossa resposta ao amor de Deus. Devemos amar a Deus guardando seus novos mandamentos da verdade. Fazemos isso assumindo o jugo do Seu conhecimento, estes 12 Elementos essenciais para construir a fé na semelhança de Cristo e retribuir essa semelhança com o Pai. Esta é a ação da verdade. Sua alma carrega este testemunho de Jesus Cristo. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Regeneração - A regeneração é o 11º elemento essencial do Evangelho e compartilha uma relação binária com a Renovação da Mente. Você deseja experimentar a nova criação de Cristo em você e este é o Elemento que Deus designou para levar este padrão de Cristo.

Renovação da Mente - A Renovação da Mente é o 12º elemento essencial do Evangelho e compartilha um relacionamento com a Regeneração. Nossa resposta à regeneração é que nosso pensamento muda. Nosso pensamento muda como resultado direto da obra do Espírito em cada elemento para trazer a imagem de Cristo em nós. Sua alma carrega este testemunho de Jesus Cristo. A semelhança de Jesus Cristo é expressa.

Os fundamentos da fé mostram-nos a nossa participação

Quero mostrar a vocês que cada Elemento que Deus estabeleceu para nossa participação é um passo de ação que damos:

 - rendemo -nos à graça de Deus.

Justificação - Trabalhamos com graça para permanecer em Sua dignidade.

Santidade - Nós nos separamos do mundo para Deus usando as próprias coisas que Ele nos separa do mundo para Ele mesmo.

Resto - Deixamos de trabalhar com o conhecimento e as ferramentas deste mundo para nos expressarmos.

Verdade - Guardamos Seus mandamentos usando o padrão e registro de Cristo para adorá-Lo e glorificá-Lo. Testificamos de Jesus Cristo carregando as pedras de Seu altar em nosso coração. Ao dar expressão à Sua verdade com seus lábios para retribuir a Deus Seu conhecimento, isso é você atuando em seu sacerdócio. Deus designou o sacerdócio como um dom para você ensaiar e retribuir o testemunho de Cristo em cada um dos 12 elementos essenciais.

Lembra quando eu disse em outra lição que a nova aliança é o veículo que carrega Cristo? Agora você pode fazer a conexão entre a imagem de Cristo em cada elemento e a obra do Espírito para efetuar Cristo em você. Agora você pode entender por que Deus está se restringindo ao voto que fez de se envolver com você apenas com base nesta aliança. Não há outra maneira de você ter comunhão com Deus ou experimentar a salvação de Cristo à parte do juramento desta aliança.

Renovação da Mente - Nós assumimos a mente de Cristo. Aceitamos Sua perspectiva.

Se você me negar, eu negarei você

Muitas vezes as pessoas dizem que a fé não depende de nada do que fazemos, porque é um presente de Deus. Mas vimos claramente que o dom está na capacidade de retribuir. Se negarmos a Deus a semelhança de Cristo em retribuição, Ele nos negará Sua vida. É realmente simples assim.

"... se o negarmos, ele também nos negará ..." (2 Timóteo 2:12)

Vamos explorar isso um pouco e vinculá-lo à necessidade de entendermos e trabalharmos com cada um dos 12 elementos essenciais do Evangelho:

Quero que você imagine Deus dizendo a você: "Não negue o seu amor por Mim". Isso pode soar estranho e fazer com que você diga: "Mas como, Senhor? Como neguei meu amor por você?"

Vamos explorar como Deus responderia. Fique de olho nos Elementos essenciais e reflita sobre suas definições binárias e ações sinérgicas:

  • "Se você nega a Graça a si mesmo, você nega a Paz a si mesmo. Eu não posso dar a você o que você nega a si mesmo."
  • "Se você nega o descanso a si mesmo, você nega a si mesmo Regeneração (fruto). Eu não posso dar a você o que você nega a si mesmo."
  • "Eu não posso dar a você uma consciência purificada (Justificação) se você negar a si mesmo a Santificação (o sacerdócio)."
  • "Eu não posso dar a você o poder do meu amor, paz e alegria se você negar a fé a si mesmo."
  • "Eu não posso dar a você olhos para ver Cristo e uma vontade que é fortalecida pela Fé se você negar Minha Graça."

Voltamos aos termos da Nova Aliança. Eu ouço muitos de vocês dizerem que não há termos. Infelizmente, isso significaria que Deus não providenciou nenhum projeto, padrão ou registro de sua fé. Pelo contrário, Deus teve que mostrar a você como expressar Cristo, como amá-Lo, como trabalhar com Seu Espírito, como se retirar do conhecimento de Satanás, agora para entrar no descanso de Cristo, cessando de trabalhar com as coisas de este mundo para sua paz. Deus teve que estabelecer um padrão para o Espírito trabalhar e para você trabalhar.

GENEROSIDADE, O AMOR EM AÇÃO


“Mais bem-aventurado é dar do que receber”. (At 20.35)
Foto: unsplash.com
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​Antes de falar sobre a generosidade, precisamos entender algumas verdades importantes: de onde viemos, quem somos e para onde estamos indo? A Bíblia diz que fomos formados do pó, somos pó e voltaremos ao pó. Nossa origem é pó. Nosso destino é pó. Nosso presente é pó. Em nossa origem não tínhamos nada. Para a sepultura não levaremos nada. Consequentemente, tudo o que ajuntamos entre o pó que fomos e o pó que seremos não é nosso. Nada tivemos e nada teremos. Nada trouxemos e nada levaremos. Somos apenas mordomos daquilo que é de Deus. Se estamos tomando conta daquilo que pertence a Deus, precisamos perguntar: que princípios Deus estabelece para usarmos os recursos dEle que estão em nossas mãos?
​Em primeiro lugar, Deus requer de nós uma atitude de generosidade com o próximo. A generosidade é uma expressão da graça de Deus em nós e um transbordamento da graça de Deus através de nós. A generosidade de Deus é o exemplo que devemos seguir. Deus amou-nos e deu-nos o Seu Filho. Jesus nos amou e a Si mesmo entregou por nós. Nós devemos amar o próximo e dar nossa vida por ele. Deus sempre nos dá mais do que precisamos e isso não é para retermos com usura, mas para repartirmos com generosidade. Temos mais sementes do que conseguimos comer. Portanto, seria falta de amor guardar só para nós as sementes que estão sob nosso poder quando pessoas à nossa volta carecem de socorro. Devemos repartir com generosidade, pois quanto mais semeamos, mais Deus multiplica a nossa sementeira. A palavra de Deus diz que a alma generosa prosperará. Quando damos ao pobre, a Deus emprestamos. Deus socorre os necessitados pelas nossas mãos. Os recursos de Deus estão sob nossa administração e Deus requer de nós fidelidade nessa administração.
​Em segundo lugar, Deus requer de nós uma motivação pura no exercício da generosidade. A generosidade cristã é diferente de filantropia. Suprir as necessidades do próximo não é tudo o que Deus requer de nós. Ele se importa, sobretudo, com a nossa motivação. Há muitos que contribuem, de forma farisaica, apenas para serem vistos e aplaudidos pelos homens. Há outros que, por ganância, abrem a mão ao necessitado numa espécie de barganha com Deus. A generosidade precisa ser espontânea, altruísta e frequente. O vetor que move a alma generosa é a glória de Deus e o amor ao próximo. Deus ama a quem dá com alegria. A contribuição cristã não é um favor que fazemos ao próximo; é uma graça que Deus concede a nós. Antes de dar uma oferta a alguém precisamos dar a nós mesmos a Deus e ao próximo.
​Em terceiro lugar, Deus requer de nós constância e proporcionalidade no ato da generosidade. A contribuição precisa ser planejada, regular e proporcional. Não é um ato esporádico, é uma prática constante. Não é um pico de emoção, mas uma ação permanente. Cada um deve contribuir segundo as suas posses. Não dá com generosidade quem não dá proporcionalmente. Não dá com amor quem só dá esporadicamente. Assim como Deus é constantemente generoso conosco, devemos, também, expressar ao nosso próximo nossa constante generosidade.
​Em quarto lugar, Deus promete aos generosos uma recompensa eterna. A generosidade demonstrada aos homens, traz não apenas alívio ao próximo, mas, também, glória ao nome de Deus. Aquilo que fazemos em nome de Cristo na terra reverbera no céu. Até um copo de água fria que damos à alguém, em nome de Cristo, não ficará sem galardão. Jesus foi enfático ao dizer que mais feliz é aquele que dá do aquele que recebe. Quanto mais generosos somos, mais nos tornamos parecidos com o Pai Celestial. Quanto mais generosos somos, mais Deus é glorificado em nós e mais nós nos deleitamos nEle. Que aprendamos com Deus a sermos generosos! Que nosso coração, nossas mãos, nosso bolso e nossa casa se abram para o exercício da generosidade!
:: REV. HERNANDES DIAS LOPES
Via: lagoinha.com

SEU RELACIONAMENTO TEM TUDO PARA DAR ERRADO

Foto: pixabay.comFoto: pixabay.com
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Um conhecido veio me pedir conselhos sobre um possível relacionamento. Conheço a história dele e conheci a dela. Cheguei à conclusão de que eles têm tudo para dar errado! Assim como você que está lendo esse texto tem tudo para dar errado com a pessoa que você ama. Assim como eu e todos os demais casais da Terra temos tudo para dar errado.
Relacionamento é feito de duas pessoas que cresceram com pensamentos diferentes, histórias de vidas diferentes, gostos diferentes e que, por atrações em comum, decidiram juntar suas vidas. Quais as chances disso dar certo? Todas e nenhuma ao mesmo tempo!
Nossos relacionamentos têm tudo para dar errado, mas o que vai fazer eles darem certo é um misto de confiança e dependência em Deus, aliada à vontade de cada um em crescer juntos, aprender juntos, serem melhores a cada dia juntos. Quando nossas vidas e corações estão alinhados à vida e ao coração do Pai, e quando nossos sentimentos estão alinhados com os da pessoa amada, seu relacionamento vai dar certo!
Não tenha medo! Se Deus falou, “go on”! Se você colocou diante Dele e já recebeu a resposta que precisa, pra quê essa dúvida e esse medo todos?! Se você já casou e acha que seu casamento chegou ao fim da linha, coloque Jesus em sua vida e faça dessa linha de chegada uma nova linha de partida.
Seu relacionamento tem tudo para dar certo quando você se dispuser a colocar sua vida nas mãos Daquele que faz as coisas darem certo.
::WALISSON MATA – “DO OLHAR AO ALTAR”
(via lagoinha.com)

O Procrastinador


Foto: Internet
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Jesus disse: “Siga-me”, mas o homem respondeu: “Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai” (Lucas 9.59). Por que fazer agora o que pode ser feito depois? Esse é o lema do procrastinador. Procrastinar, segundo o dicionário Aurélio, significa: Transferir para outro dia; adiar, delongar, demorar,
espaçar.
O procrastinador é um “adiador” de decisões, sejam profissionais, pessoais, espirituais. Da mais simples a mais importante, nada é tão urgente que não possa esperar. Vive aquém do seu potencial, pois está sempre no limite de suas forças, uma vez que, como não age na ocasião oportuna, as questões a serem tratadas acumulam-se e o tempo sempre será escasso.
A preguiça é uma das causas da postergação, a falta de vontade de fazer algo em determinado momento. “É melhor descansar um pouco”, pode-se pensar, mas ironicamente, quem pensa assim acaba por trabalhar muito mais: delongar uma tarefa não fará com que ela desapareça, e o período para executá-la depois será menor. Além disso, outras podem surgir e avolumar o trabalho. Em vez de agir com planejamento (ele não tem tempo para isso), usando de maneira equilibrada seus recursos, o negligenciado trabalha sob pressão e isso pode influenciar a qualidade do resultado.
A ansiedade é outro motivo. O ansioso vive no futuro e sofre antecipadamente por cada desafio proposto. Como nossa tendência é supervalorizar as dificuldades, adiamos o sofrimento
sem perceber que estamos, na verdade, prolongando esse sentimento que pode não condizer com a realidade, já que o trabalho pode ser bem mais simples do que parece.
A procrastinação rouba a paz e a qualidade de vida de quem é afetada por ela. É algo que escraviza, tortura e fere. São pessoas frustradas por verem outros vivendo aquilo que elas apenas sonham, o que leva à baixa autoestima. Carregam complexo de culpa por não corresponderem às expectativas suas e de seus pares. Sofrem sozinhas, adiantando a procura por ajuda.
Para o procrastinador, Jesus diz: “Aja”! “Deixe que os mortos sepultem os seus próprios mortos; você, porém, vá e proclame o Reino de Deus” (Lucas 9.60). “Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus” (Lucas 9.62). Sabemos que Deus não nos ordena fazer algo que
esteja acima de nossas forças, mas capacita quem nele confia. “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?”
(Romanos 8.32). O avanço e o crescimento de tantas pessoas em diversas áreas dependem de Deus.
Decida-se hoje mesmo livrar-se desse mal e viver abundantemente o que Cristo nos prometeu. “A esperança adiada entristece o coração; mas o desejo cumprido é árvore de vida” (Provérbios 13.12).
Se você deseja ser batizado ou se transferir para a Lagoinha, a Jornada da Aliança está preparada
para ajudar-lhe. Ligue para o pastor Leandro Martins: (31) 34291500 / 98878-0119.
::PR. ELBER COSME (Via lagoinha.com)

Ponha um tubarão no seu tanque

Foto: pixabay.com
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Os japoneses sempre gostaram muito de peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.
Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os consumidores japoneses, que eram o público-alvo, não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto-mar por muito mais tempo. O público-alvo, porém, conseguia notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, não gostou do peixe congelado.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, os peixes paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto.
Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia.
Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um tubarão de pequeno porte em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito viva” e fresca no desembarque.
Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. Portanto, como norma de vida, em vez de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores.
Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. Não tenha medo dos desafios. Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar!
:: Ricardo Guimarães - Via Lagoinha.com 

A pobreza e a missão da igreja

A principal missão da Igreja é orar
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2100 a população mundial deve chegar a 10,9 bilhões de pessoas, em decorrência dos nascimentos nos países pobres.  Esse dado foi informado no relatório “Perspectivas da População Mundial”. Com isso, o número da população pobre deve dobrar, passando de 898 milhões de habitantes de locais definidos pelo relatório como países menos desenvolvidos neste ano para 1,8 bilhão em 2050 e 2,9 bilhões em 2100.
No centro de Belo Horizonte encontram-se muitos moradores de rua, que vivem na pobreza. Mas segundo o pastor Eduardo Santos, líder do Ministério Jesus no Coração da Cidade, essas pessoas podem ser separadas em pelo menos dois grupos. O primeiro é o daquelas que já tiveram família e emprego, porém, por algum motivo, foram morar na rua; já o segundo é das pessoas que vieram do interior da cidade, em busca de emprego e não conseguiram. O pastor ressalta que tanto um grupo quanto o outro acostumaram a viver dessa forma, pois sem o principal que é a comida, eles não ficam.
Missão da igreja:
A missão da Igreja é orar primeiramente e dar assistência aos países e às pessoas que vivem na extrema pobreza. Muitos cristãos dizem que não podem ajudar por que o que ganham é a conta de sustentar a sua família. Segundo o Pr. Eduardo, o cristão pode usar a criatividade para ajudar. Fazer artesanatos e lanches para vender e repassar o dinheiro para a missão. Além de se programar e fazer viagens missionárias, como é feito pela Igreja Batista da Lagoinha.
Informação e mobilização:
O Pr. Eduardo afirma que muitas vezes falta mobilização da igreja quanto à missão, e que muitos cristãos nem sabem quais são os países que vivem abaixo da linha da pobreza, e que se houvesse mais informação, com certeza, 

O Estilo de Liderança de Jesus



É de suma importância que os que foram galgados a uma posição de liderança no meio do povo de Deus, procurem mirar-se no exemplo deixado por Jesus, em todas as áreas, especialmente na área de liderança.
Antes mesmo que as técnicas modernas de liderança fossem desenvolvidas e testadas em laboratório, o Senhor Jesus, em quem reside todo o conhecimento da sabedoria e da ciência, já as usava no cotidiano do Seu ministério público.
Vejamos algumas técnicas de liderança usadas por Jesus:
1 – Jesus escolheu bem a Sua equipe de trabalho
O segredo de qualquer empreendimento que tenha certa complexidade está na escolha da equipe de trabalho. Considerando a grandeza e a complexidade da obra que Jesus veio realizar neste mundo, Ele precisava de uma boa equipe para que quando encerrasse as suas atividades ela daria continuidade a grande obra de expansão do Reino de Deus. Observando o estilo de liderança de Jesus nessa área, podemos constatar que ele escolheu bem a sua equipe de trabalho. Ele escolheu aqueles homens que teriam condições de ajudá-lo em Seu ministério, e também dar continuidade a Sua obra quando partisse deste mundo, e os treinou pacientemente. O Senhor sabia o que era colocar o homem certo no lugar certo, o que é o dilema maior de todo o gerente moderno.
Além de escolher bem os Seus, a Sua equipe de trabalho, Jesus distribuiu atividades e responsabilidades. Tinha Pedro, Tiago e João, que poderíamos chamá-los de imediatos, visto que eram os que estavam mais próximos dele, em todos os passos do Seu ministério. Tinha um que tomava conta das finanças do grupo. Tinha aqueles dois que sempre chegavam primeiro nas localidades para onde o Senhor ia, a fim de preparar-lhe pousada, e assim por diante.
2 – Jesus delegava autoridade
O Senhor como líder, delegou autoridade aos seus comandados, que chamou de apóstolos, ele abriu os espaços para que as potencialidades dos mesmos fossem utilizadas ao máximo. Vemos isso, quando Ele os capacitou com o poder do Céu para expulsarem demônios e curarem todo o tipo de enfermidades. A delegação de autoridade foi tão grande que chegou a ponto de autorizá-los a perdoarem pecados. “Aqueles a quem perdoardes os pecados lhe serão perdoados; aqueles a quem o retiverdes lhe serão retidos.” Jo 20.23.
A delegação de autoridade é a via crucis de um líder com características autocráticas. A pessoa que tem esta característica resiste delegar autoridade, muitas vezes por causa de ciúme e muitas vezes por medo de diminuir ou perder o poder. Este pensamento mesquinho, que alguns líderes têm, é a causa básica do fraco crescimento que existe em muitas comunidades evangélicas, e do sufocamento de muitas lideranças promissoras.
O verdadeiro líder delega autoridade, pois sabe que à medida que o trabalho cresce não conseguirá fazer tudo sozinho. Sabe ele também que as pessoas que recebem delegação de autoridade sentir-se-ão importantes, valorizadas, e que trarão uma importante contribuição à instituição da qual fazem parte.
3 – Jesus se comunicava bem
A comunicação é o problema básico de todo o agrupamento humano. A comunicação abrange quatro fases: O emissor, a mensagem, o meio de comunicação e o receptor. O emissor é aquele que emite a mensagem. A mensagem é aquilo que deve ser conhecido do receptor. O meio de comunicação é o canal por onde a comunicação flui. O receptor é o destinatário da mensagem.
O Senhor Jesus tinha consciência clara disso. Ele se comunicava bem. A sua comunicação era bilateral. Os monólogos foram muito poucos na vida do Senhor. Em diversas ocasiões, encontramos Jesus provocando o diálogo, como no caso da mulher samaritana, registrada em João 4, e no caso dos discípulos no caminho de Emaús. Quanto às parábolas que o Senhor Jesus proferiu, o seu significado era dito a Sua equipe de trabalho. Jesus não escondia informações, nem “o leite” dos Seus auxiliares. “Tudo Ele explicava aos Seus discípulos em particular.” Mc 4.34. Jesus sempre se encontrava disponível para ouvir o povo, tinha tempo para ouvir a todos. A Sua conversa era agradável, grave, sincera. Valia à pena ouvir e conversar com Jesus. Bem razão tinha Maria de Betânia quando sentada aos pés do Senhor ouvia a Sua Palavra (Lc 10.38-42).
No uso da comunicação, Jesus deu ênfase ao feedback, isto é, ao retorno da informação que dava. Em certa ocasião, ele perguntou aos Seus que diziam os homens acerca dele, inclusive fez esta pergunta aos discípulos: “É vós quem dizeis que eu sou?” Mt 16.15.
Há muitos líderes cristãos que não estão preocupados com o feedback. Não procuram saber como é que o povo encara a sua liderança, se agrada ou não. O feedback é importante na vida do líder cristão para fazer as correções necessárias na sua maneira de agir. Jesus não precisava de feedback porque conhecia tudo e todos, mas nós precisamos, como homens limitados que somos.
Que os líderes atuais aprendam com Jesus a ouvir o povo, a conversar com ele, enfim a se comunicar bem.
4 – Jesus dava ênfase ao trabalho, à produção, à meta
O Senhor Jesus como líder deu uma ênfase extraordinária à execução da tarefa. Era exigente com aqueles que trabalhavam com Ele. “O que lança mão do arado e olha para trás, não é apto para o Reino dos Céus.” Lc 9.62. Certa feita, Ele convocou um homem para o trabalho e não aceitou a sua escusa. “Deixa os mortos sepultar os seus mortos e tu vai e prega o Reino de Deus.” Lc 9.60. Jesus, na parábola dos talentos, mostrou que não admitia pessoas na Sua seara, sem o dinamismo necessário para o desenvolvimento do Seu trabalho. Censurou rispidamente o servo que recebeu um talento e o escondeu, com medo do seu senhor.
Jesus não somente exigia trabalho dos outros, mas dava o exemplo. Era um trabalhador incansável. “Meu Pai trabalha até agora e eu trabalho também.” Jo 5.17. “Uma comida tenho que vós não conheceis: A minha comida é fazer a vontade do meu Pai e realizar a Sua Obra.” Jo 4.32,34.
5 – Jesus dava ênfase aos recursos humanos
A preocupação do Senhor Jesus como líder em relação a Sua equipe de trabalho não foi só com a produção, com a execução da tarefa, mas também com os Recursos Humanos, isto é, com o homem que executava o trabalho. Jesus sabia que um homem treinado, motivado e capacitado, teria condições de realizar a tarefa a contento. Durante três anos, o Senhor treinou os Seus apóstolos, motivou-os e capacitou-os para o serviço cristão. De maneira que, após a capacitação plena, que veio no dia de Pentecostes, aquele pequeno grupo de discípulos, direta ou indiretamente, fez a mensagem do Evangelho conhecida de todo o mundo de então.
A preocupação de Jesus com os Seus discípulos não era só na área da capacitação para executar a tarefa, mas também com o suprimento de suas necessidades. Os discípulos que trabalhavam com afinco, sem tempo para descansar, dado o volume do trabalho, Ele os chamou à parte para repousar (Mc 6.31). As necessidades básicas de alimentação, vestimenta, segurança, etc., foram objetos da atenção do Amado Mestre (Mt. 6.25-34). Quando das duas multiplicações dos pães, todos os apóstolos, além de comerem fartamente, ainda levaram pães para uma boa parte da caminhada (Mc. 6.43; 8.8). Os discípulos, em certa ocasião, depois de passarem a noite toda pescando sem sucesso, seguiram a orientação de Jesus e pescaram cento e cinqüenta e três grandes peixes, a ponto de o barco quase soçobrar. Quando chegaram à praia encontraram brasas, peixes assados e pão. Era a provisão divina para as suas necessidades materiais.
Outra preocupação que Jesus tinha com os seus discípulos, era quanto à proteção e o cuidado que demonstrava para com eles. Em certa ocasião, perguntou aos escribas o que é que eles discutiam com os seus discípulos (Mc 9.14-16). Em outra ocasião, o Senhor revelou a Pedro que Satanás tinha pedido permissão a Deus para cirandar com ele, mas disse Jesus, Eu roguei por ti para que a tua fé não desfaleça (Lc 22.31).
O líder verdadeiro se preocupa com o bem-estar daqueles que estão sob a sua liderança.
O estilo de liderança que dá alta ênfase ao trabalho e alta ênfase a pessoa que executa o trabalho, é o estilo ideal, segundo a opinião dos estudiosos sobre o assunto, inclusive, isso já foi testado em laboratório. No Grid Gerencial (uma das técnicas de desenvolvimento de lideranças) esse é o estilo conhecido como 9.9, o melhor de todos para qualquer organização produtiva. Há mais de dois mil anos atrás, o Senhor Jesus já usava esse estilo e o enfatizava.
Muitos administradores modernos falham justamente nessa área. Uns dão ênfase só à produção, ao trabalho. Esses acham que o homem é apenas uma peça numa engrenagem, que deverá ser substituída quando falhar. Outros só dão ênfase aos recursos humanos sem se preocupar com a produção, com o trabalho. São paternalistas. Não corrigem, não disciplinam, não chegam a lugar nenhum. Mantêm o grupo inoperante, sem efetiva ação.
O ideal como vimos, é o estilo de liderança empregado por Jesus, resumido em alta produtividade e alta satisfação das necessidades humanas.
6 – Jesus Organizava o seu trabalho
Cada coisa no seu devido lugar. Jesus não gostava de nada desorganizado; fazia as coisas com ordem e decência. Um exemplo vivo disso, é encontrado na primeira multiplicação dos pães, registrada em Lc 9.10-17. O Senhor mandou que todos os presentes se assentassem em grupos de cinquenta. Os pães e os peixes multiplicados foram entregues aos discípulos e eles os entregaram a multidão. Imaginem se Jesus pegasse os pães e os jogassem ao povo. Seria um verdadeiro pandemônio e certamente muita gente iria ferir-se e talvez até morrer pisoteada. Outro exemplo claro na área de organização, foi à distribuição dos talentos. O primeiro recebeu cinco talentos, o segundo dois talentos e o terceiro um talento, cada um de acordo com a sua capacidade.
A organização é uma necessidade muito grande para aqueles que ocupam posição de liderança nas Igrejas. Muitos falham nessa área. Quantos líderes evangélicos que existem hoje em dia com pouquíssima noção de organização! Isso nós vemos a partir das mensagens e estudos bíblicos proferidos. Faz-se necessário que o líder cristão, organize seu mundo interior, suas idéias, seus compromissos, sua família, etc. O universo, criação do Senhor, é acima de tudo um universo organizado. As leis que o regem, estabelecidas e organizadas pelo Criador, são eternas e imutáveis. Tudo se move no Universo com precisão milimétrica. Há um equilíbrio fantástico na criação do Senhor. Toda essa organização esplendorosa saiu da mente do Santo Filho de Deus. “… Sem ele nada do que foi feito se fez!.” Jo 1.3.
7 – Jesus planejava as suas atividades
O planejamento é uma atividade fundamental na vida de um líder. O Senhor Jesus planejava as suas atividades e ensinava aos outros que deveriam planejá-las também. Certa feita ele perguntou aos que estavam presentes, qual era o rei que sairia para combater outro rei, sem que primeiro procurasse saber a força do seu adversário e se com um exército numericamente inferior poderia combater um numericamente superior (Lc 14.31,32). Quando Jesus organizou o colégio apostólico instituiu uma tesouraria, cujo responsável era Judas Iscariotes, justamente para fazer face às despesas financeiras do cotidiano do Seu ministério. O dinheiro coletado era para atender o planejamento de suas atividades que, evidentemente, exigia despesas com alimentação, estada, etc. O roteiro do Seu ministério que envolveu a Judéia, Samaria e Galiléia, mostra que o Senhor seguia um planejamento bem definido: “Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da Casa de Israel”, disse Ele certa feita a mulher sírio-fenícia (Mt 15.24).
Sabemos de muitos líderes evangélicos que falham muito na área do planejamento. Às vezes, levam as comunidades às quais pertencem a tomar decisões sem pensarem nas conseqüências futuras. Jesus não fez assim. Ele nos deixou um grande exemplo de uma líder que planejava as suas atividades.
BIBLIOGRAFIA
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Bob Briner & Ray Pritchard. Lições da Liderança de Jesus. Editora United Press Ltda – 2000

Quem é seu próximo? Bem, quem é você?



 Quem é o meu próximo? 
Um zeloso mestre da lei fez esta pergunta a Jesus em Lucas 10:29. Logo notamos que estas conversas estão cheias de segundas intenções. Ele faz uma pergunta para preparar algo que ele quer dizer. Ele estava ávido para “justificar-se”, como Lucas deixa claro. E, obviamente, ele estava se sentindo muito bem sobre como ele estava indo até o versículo 28. Mas então vem a surpresa.
Qualquer que seja a resposta que este mestre da lei tenha em mente não era a história que Jesus contou. E não é o que tão pouco esperaríamos também. Sim, nós todos podemos conhecer a parábola do Bom Samaritano, mas ela pode ser um pouco confusa. O “próximo”, ao que parece, é o homem que descia de Jerusalém para Jericó que foi espancado e deixado como morto (Lucas 10:30). O próximo é o foco, aquele que os três outros personagens encontraram. Mas no final, Jesus diz que o samaritano que ajudou o homem “provou ser o próximo” (Lucas 10:36-37).
Então aqui estamos, juntamente com o mestre da lei, tentando descobrir a quem nós devemos amar, e Jesus vira a pergunta. Olhe para este homem que age com misericórdia. Pare de perguntar: “Quem é o meu próximo?”. Há questões mais profundas a ponderar. Como John Piper explica: “Quando já fizemos de tudo para estabelecer, ‘É este o meu próximo?’ – A questão decisiva do amor permanece: ‘Que tipo de pessoa sou eu”?’ (O que Jesus espera de seus seguidores, Editora Vida).
“Quem é você?” – Essa é a questão.
Será que vamos ser como este samaritano que presta ajuda quando ela é necessária? Ou seremos pegos em questões sobre quem deveríamos ajudar, quando, onde e como, ou e se for me atrasar para a Escola Dominical?
O que serve de base para a maneira como pensamos sobre o nosso próximo é na verdade a nossa identidade, não a deles. O que importa de fato é quem somos.

Graça para Permanecer e Ação/Agir

Em seu livro, Union with Christ [A união com Cristo], Todd Billings constrói sobre os ensinamentos de Calvino sobre a “a dupla graça da justificação e da santificação”. Ele explica que quando nós somos feitos novos em Cristo, recebemos o perdão dos pecados e a justiça de Cristo – somos salvos da ira de Deus. E nós também recebemos uma nova vida pelo Espírito – somos salvos para a comunhão com Deus e para amar aos outros.
Esta é uma verdade radical. Em Cristo temos uma posição correta diante de Deus (justificação), e somos impelidos no amor a Deus e aos outros pelo novo poder do seu Espírito em nós (santificação).
Quando já fizemos de tudo para estabelecer, ‘É este o meu próximo?’ – A questão decisiva do amor permanece: ‘Que tipo de pessoa sou eu”?’
Isso afeta a maneira como vemos aqueles que nos rodeiam. Não é porque eles se tornaram algo diferente, mas porque nós nos tornamos. A obra justificadora por nós e o trabalho transformador de Deus em nós, nos comissiona a um caminho de boas obras preparadas de antemão “para que andássemos nelas” (Efésios 2:10). Neste caminho estão pessoas reais, com vidas reais cheias de histórias reais. E agora, quando nos deparamos com elas, elas são um chamado divino para nós. Elas são uma oportunidade – uma ordem bem vinda – para sermos quem somos em Cristo.
Claro, podemos fazer mil qualificações. O bom samaritano não deu seu dinheiro para encher uma garrafa de uísque vazia, e isso também não é o melhor uso dos nossos recursos. Mas talvez nos preocupar pelo fato de nos perdermos muitas vezes nestas qualificações – sobre quando a ajuda pode machucar, quem são os pobres e o que não é a Grande Comissão. Estas são perguntas importantes, e fazemos bem em dar uma reflexão cuidadosa.
Mas enquanto pensamos – e pensar devemos – que nunca percamos de vista que a questão central tem a ver com a forma como o milagre do evangelho opera em nossas próprias almas. Deus nos fez novas criaturas em Cristo – justos diante dele e revestidos de poder para amar os outros por causa dele.
Por  Jonathan Parnell © 2012 Desiring God. Original: Who Is Your Neighbor? Well, Who Are You?

Seu melhor amigo.

    Aquele seu melhor amigo te chama  pra sair, ele vai te levar no melhor lugar da cidade, disse que paga tudo pra você, e melhor, você pode ir do jeito que estiver.  Tem como recusar? Tem!  Jesus nos convida a conhecer o melhor dessa terra (Isaías 1:19), ele pagou toda a sua conta a 2012 anos quando deu a vida Dele para melhorar a sua. Ele te aceita do jeito que você está e te  ama tanto que não deixará que você permaneça igual. 

E ainda existem muitas pessoas recusando esse convite, dá pra acreditar?      


 Seu  melhor amigo não é aquele que diz que te ama pra dedéu?(rsrs) Que passa todos os momentos com você, e melhor, ainda entende tudo o que você está passando? Não é aquele que você pode contar pra tudo? Então amigo(a)...
    Seu melhor amigo precisa ser Jesus!!                                                                                                 
  Será que durante o dia damos espaço pra opinião do nosso melhor amigo? Consideramos o que ele tem a dizer? Então temos um desafio:

Um abração!

Adriana Santos - @driis